09-25-2026, 12:27 PM
Airbus prepara oferta do Eurofighter para substituir F-16 de Portugal
Proposta prevista para outubro ou novembro incluirá financiamento e participação industrial; país ainda não abriu licitação formal
![[Imagen: Leonardo-E-scan-Typhoon-e1642190952445-1536x986.jpg]](https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2022/01/Leonardo-E-scan-Typhoon-e1642190952445-1536x986.jpg)
A Airbus anunciou em 24 de setembro que pretende apresentar a Portugal uma proposta não solicitada de fornecimento do Eurofighter Typhoon, entre o fim de outubro e o início de novembro. Segundo a Reuters, a empresa defende o caça europeu como mais adequado às necessidades portuguesas do que o F-35, da Lockheed Martin.
Portugal busca substituir 28 F-16M modernizados, mas ainda não lançou uma licitação formal. Ivan González Expósito, responsável pela campanha do Eurofighter no país, afirmou que a oferta deverá combinar financiamento público e privado, participação industrial e cooperação militar.
O executivo apontou o policiamento aéreo, a prontidão de reação rápida da OTAN e a proteção do espaço aéreo e das águas nacionais como argumentos a favor do Typhoon. Essa avaliação representa a posição comercial da Airbus, sem constituir uma conclusão das autoridades portuguesas.
https://www.aereo.jor.br/2026/09/25/airb...-portugal/
Proposta prevista para outubro ou novembro incluirá financiamento e participação industrial; país ainda não abriu licitação formal
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A Airbus anunciou em 24 de setembro que pretende apresentar a Portugal uma proposta não solicitada de fornecimento do Eurofighter Typhoon, entre o fim de outubro e o início de novembro. Segundo a Reuters, a empresa defende o caça europeu como mais adequado às necessidades portuguesas do que o F-35, da Lockheed Martin.
Portugal busca substituir 28 F-16M modernizados, mas ainda não lançou uma licitação formal. Ivan González Expósito, responsável pela campanha do Eurofighter no país, afirmou que a oferta deverá combinar financiamento público e privado, participação industrial e cooperação militar.
O executivo apontou o policiamento aéreo, a prontidão de reação rápida da OTAN e a proteção do espaço aéreo e das águas nacionais como argumentos a favor do Typhoon. Essa avaliação representa a posição comercial da Airbus, sem constituir uma conclusão das autoridades portuguesas.
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"Mas vale ser aguila un minuto que sapo la vida entera".

